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Friday, April 29, 2005

PEDAGOGIA B -II

DIÁRIO

Passou-se a aula a ver tudo isto; e a ensinar português a partir do que estava errado. Mansamente, alegremente...
O objectivo não era encontrar o erro a dar a respectiva palmatoada: era começar a fzer o que eu quero fazer (e fiz em Setúbal com bons resultados): levar os fracos ao nível próximo-possível dos fortes. Disse-lhes isto na primeira aula, por estas palavras que troquei em miúdos: «Não quero ursos». Não se entenda que não admito os ursos. Talvez, por causa das confusões, seja melhor pôs assim a coisa: «Só quero ursos».
A propósito, ocorre falar da questão das recomendações especiais (vulgarmente chamadas «cunhas»): Como aceitá-las, se todo e qualquer aluno meu, pelo simples facto (e maravilhoso para mim) de o ser, me está especialmente recomendado?
(Sebastião da Gama)

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